http://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/03075070600572090#.UZDoEkrez6k
Neste artigo explicam o que é o feedback e quando é útil para tornar a aprendizagem dos alunos mais autónoma... Para este objetivo dão 7 dicas práticas sobre a realização do feedback.
Abstract
The
research on formative assessment and feedback is reinterpreted to show
how these processes can help students take control of their own
learning, i.e. become self‐regulated learners. This reformulation is
used to identify seven principles of good feedback practice that support
self‐regulation. A key argument is that students are already assessing
their own work and generating their own feedback, and that higher
education should build on this ability. The research underpinning each
feedback principle is presented, and some examples of easy‐to‐implement
feedback strategies are briefly described. This shift in focus, whereby
students are seen as having a proactive rather than a reactive role in
generating and using feedback, has profound implications for the way in
which teachers organise assessments and support learning.
(http://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/03075070600572090#.UZDoEkrez6k [accesso: 13/05/2013])
Sadler foi o primeiro a teorizar a importância do feedback na aprendizagem. As respostas que os alunos recebem dos professores vão ditar os seus comportamentos futuros face ao processo de aprendizagem. No nosso ponto de vista, este é um dos processos mais dificeis no ensino e aprendizagem e também um dos que mais falha.
ResponderEliminarO feedback pode tornar-se num processo bastante complexo, pois cada aluno tem um ritmo próprio e uma representação mental única, tendo o professor de adaptar-se ao estilo de cada um.
Um ciclo de feedback só é concluído quando o estudante refletiu e agiu sobre o mesmo. O aluno avalia se a resposta que obteve satisfaz o seu desequilíbrio inicial assim como pondera se voltará ou não a colocar questões, se valerá a pena continuar a trabalhar com o mesmo empenho, entre outros (Evaluating the process).
Todo este processo envolve também a parte emotiva do aluno. As emoções têm um grande poder no processo de aprendizagem dos alunos, elas podem leva-los a altos níveis de rendimento mas também podem deitar no lixo um grande esforço intelectual, tornando-o por vezes bastante inútil. Emoções como interesse, entusiasmo e curiosidade, que estimulam o trabalho e esforço do aluno, e outras como medo e ansiedade, que diminuem o seu rendimento, intervêm sempre no processo cognitivo.
Já no que respeita aos professores, estes sentem-se vulneráveis quando bombardeados com uma série de questões da audiência e é muito mais fácil ensinar quando não se tem de lidar com uma panóplia de perguntas e dúvidas, no entanto, quem deverá estar no centro é o aluno e por isso mesmo o professor deve preocupar-se em garantir que o mesmo tem um bom desenvolvimento.
Nós como futuros professores devemos ter em atenção este aspeto tão importante.